Por muito tempo, as histórias em quadrinhos foram objeto de fortes críticas e rejeição, tanto por parte de professores, quanto dos pais dos alunos, por acreditarem que a brevidade doa textos promovesse o afastamento das crianças da leitura e dos livros de literatura infantil. Aos poucos, entretanto, foram sando incluídas nos livros didáticos, chegando a ser utilizadas em diferentes áreas para o ensino dos diversos conteúdos.
Vergueiro (2007) lista alguns aspectos que fortalecem o uso deste material em ambiente escolar. Segundo o autor,
- Os estudantes querem ler os quadrinhos;
- palavras e imagens, juntos, ensinam de forma mais eficiente;
- Existe um alto nível de informação nos quadrinhos;
- As possibilidades de comunicação são enriquecidas devido aos vários recursos de linguagem quadrinhística;
- Os quadrinhos auxiliam no desenvolvimento do gosto pela leitura;
- Os quadrinhos enriquecem o vocabulário dos estudantes;
- o caráter elíptico da linguagem quadrinhística obriga o leitor a pensar e imaginar;
- Os quadrinhos têm um caráter globalizado;
- Os quadrinhos podem ser utilizados em qualquer nível escolar e com qualquer tema.
Embora Acezedo (1990) afirme que as histórias em quadrinhos são um meio de comunicação de massa, elas não fazem parte da vivência de muitas crianças, o que nos motiva a pensar em possibilidades de sequências didáticas que promovam a leitura e a produção escrita de quadrinhos em ambiente escolar.
Comentários pessoais
Eu adoro HQs e acredito que a utilização deles acrescenta muito no desenvolvimento da leitura e da escrita. A criação de uma história em quadrinhos desenvolve a habilidade escrita, gráfica e mexe com a imaginação, tornando mais interessante, pois além de leitores tornam-se aos poucos escritos.
Eles podem ser produzidos manualmente como um fanzine ou por meio de aplicativos e sites como o Pixton.

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